O propósito de colaborarmos com a construção de uma Justiça mais Humanizada e mais Espiritualizada; com uma sociedade mais Livre, Justa e Solidária; tem nos motivado à elaboração de novos paradigmas e de ressignificação da compreensão da pessoa, física ou jurídica, que buscam os nossos serviços.
O Programa Direito Social Sistêmico, observadas as orientações filosóficas e científicas, requerem abordagens de variados profissionais, que integram a Equipe operadora desse Programa, integrada por Advogados e Psicólogos, com variadas especializações e/ou abordagens.
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Psicóloga
Advogada
Advogada
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A Constelação Familiar é um método sistêmico que permite observar e trabalhar, traumas, questões internas, sentimentos e emoções e problemas no sistema familiar ou de convivência da pessoa em observação.

A mediação e a conciliação são métodos alternativos de resolução de conflitos. Por meio deles, pessoas físicas, organizações e empresas podem resolver os seus problemas sem que seja necessário levá-los às vias judiciais.

O atendimento psicológico tem a finalidade de tratar questões internas, traumas, conflitos do sistema familiar, assuntos relacionados a sentimentos e emoções, etc.

A Assessoria ou Consultoria Jurídica é um serviço de apoio à compreensão de problemas que a pessoa física ou jurídica venha a ter e que necessite da análise jurídica de alguma norma e dos encaminhamentos mais adequados para a solução desejada.
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Direito Social Sistêmico 2022 | (CNPJ: 35.573.992/0001-20) | Todos os direitos reservados
“É o mais básico de todos os direitos, que surge como verdadeiro pré–requisito
da existência dos demais direitos consagrados constitucionalmente. É, por
isto, o direito humano mais sagrado”
A vida é um delicado equilíbrio entre tomar boas decisões e evitar perigos.
A vida é confiar em nossos sentimentos, enfrentar desafios, encontrar felicidade, valorizar as lembranças e aprender com o passado.
Os seres orgânicos são os que têm em si uma fonte de atividade íntima que lhes dá a vida. Nascem, crescem, reproduzem-se por si mesmos e morrem. São providos de órgãos especiais para a execução dos diferentes atos da vida, órgãos esses apropriados às necessidades que a conservação própria lhes impõe. (L.E. Introdução à Q. 60)
A liberdade é a capacidade de decidir de fazer ou não fazer tudo o que seja licitamente permitido. Constitui o direito de toda pessoa de organizar, de acordo com a lei, sua vida individual e social conforme suas próprias opções e convicções.
A escolha é o exercício da liberdade, é através dela que o homem se faz livre. O homem exercita essa liberdade em suas escolhas, norteadas pela consciência. Sendo na consciência que se criva as escolhas; servindo como
filtro para cada intenção de escolha.
O princípio da igualdade pressupõe que as pessoas colocadas em situações
diferentes sejam tratadas de forma desigual: “Dar tratamento isonômico às partes significa tratar igualmente os iguais e desigualmente os desiguais, na
exata medida de suas desigualdades”.
Igualdade é a ausência de diferença. A igualdade ocorre quando todas as partes estão nas mesmas condições, possuem o mesmo valor ou são
interpretadas a partir do mesmo ponto de vista, seja na comparação entre coisas ou pessoas.
O direito à segurança é dever do Estado, direito e responsabilidade de todos,
a ser exercida para a preservação da ordem social e da incolumidade das pessoas.
Podemos definir segurança psicológica como o ato de gerar um ambiente de trabalho em que as pessoas se sintam confortáveis e seguras para
serem elas mesmas. Assim, elas terão confiança para expressar suas ideias e visões com naturalidade
O direito de propriedade é previsto com o objetivo de assegurar uma vida digna, livre e igualitária a todos os cidadãos.
O direito de gozar e dispor das coisas da maneira mais absoluta, desde que delas não se faça uso proibido.
Entre a Individualidade e a Personalidade, existe uma PONTE de ligação, através da qual a consciência pequena da Personalidade (única ativa e consciente no estágio atual das grandes massas humanas), pode comunicar-se com a consciência superior da Individualidade (que os cientistas começam a entrever e denominam, ora superconsciente, ora inconsciente profundo) . Essa ponte de ligação é chamada INTUIÇÃO.
Temos, então, no processo mental, três aspectos:
1 – o Pensamento criador, produzido pela Mente Inspiradora;
2 – o Raciocínio, produzido pelo cérebro físico, e que é puramente discursivo;
3 – a ligação entre os dois, que se realiza pela Intuição.
Podemos portanto definir a INTUIÇÃO como o contato que se estabelece entre a mente espiritual (individualidade) e o intelecto (personalidade).
Em outras palavras: é o afloramento do superconsciente no consciente atual.
C. TORRES PASTORINO, Sabedoria do Evangelho, Vol. I – INSPIRAÇÃO
A visão espiritual é, na realidade, o sexto sentido ou sentido espiritual, de que tanto se falou e que, como os demais sentidos, pode ser mais ou menos obtuso ou sutil. Ele tem como agente o fluido perispiritual, como a visão corporal tem por agente o fluido luminoso. Assim como a irradiação do fluido luminoso leva a imagem dos objetos à retina, a irradiação do fluido perispiritual leva à alma certas imagens e certas impressões. Esse fluido, como todos os outros, tem seu efeitos próprios, suas propriedades sui generis.
Sendo o homem composto do Espírito, perispírito e corpo, durante a vida as percepções e sensações se produzem, ao mesmo tempo, pelos sentidos orgânicos e pelo sentido espiritual; depois da morte os sentido orgânicos são destruídos, mas, restando o perispírito, o Espírito continua a perceber pelo sentido espiritual, cuja sutileza aumenta em razão do desprendimento da matéria.
O homem em que tal sentido é desenvolvido, goza, assim, por antecipação de uma parte das sensações do Espírito livre. Embora amortecido pela predominância da matéria, nem por isto o sentido espiritual deixa de produzir sobre todos os homens uma multidão de efeitos reputados maravilhosos, por falta de conhecimento do princípio.
REVISTA ESPÍRITA: Jornal de Estudos Psicológicos: ANO SÉTIMO – 1864
Distingamos, preliminarmente, a sensação da percepção.
Quando um agente externo impressiona os sentidos, produz-se no aparelho sensorial uma certa alteração a que chamamos sensação. Essa modificação é transmitida ao cérebro pelos nervos sensitivos e, depois de um trajeto mais ou menos longo, chega às camadas corticais.
Nesse instante, dois casos podem apresentar-se: ou bem a alma toma conhecimento da alteração sobrevinda ao organismo e dizemos que há percepção, ou bem a alma não é advertida da ocorrência, a sensação registra-se sem embargo, mas fica inconsciente. Como anteriormente observamos, essa transformação da sensação (fenômeno físico) em percepção (Fenômeno Psíquico), torna-se absolutamente inexplicável desde que se não admita a existência do eu, ou seja do ser consciente.
Gabriel Delanne: A Evolução Enímica, CAPÍTLO IV – A MEMÓRIA E AS PERSONALIDADES MÚLTIPLAS